Cada dia é diferente para quem passa no quadriculado de ruas da Baixa de Lisboa. Há artistas por todo lado que cantam, tocam música, animam quem passa, pintam retratos ou simplesmente ficam ali, muito quietos, atraindo todos os olhares. São os homens-estátua suspensos no ar, como se não tivessem peso, só matéria.

Na Baixa, podemos realmente sentir todas as variações da alma humana. Trabalhadores apressados que nem olham para o lado. Turistas ansiosos por captar tudo, do azul brilhante do Tejo aos desenhos da calçada e ao sabor de um pastel de nata. Empregados de café com o menu do dia na mão pronto a estender aos possíveis clientes. Os artistas de rua vêm dar a este cenário a última pincelada de cor, a troco de algumas moedas.

O que podemos ver num dia normal de passeio pela Baixa de Lisboa

Uma banda escolhe o palco privilegiado do Cais das Colunas para tocar ao vivo as músicas do seu último álbum. Na imensa Praça do Comércio, um homem sopra bolas de sabão gigantes, que refletem as cores do arco-íris e divertem as crianças. No Arco da Rua Augusta, uma personagem Disney acena com as suas grandes luvas. Há palhaços, caricaturistas, pintores e músicos em cada esquina.

Subindo ao Chiado, à boca do Metro, encontramos mais bandas, dançarinos e uma multidão a aplaudir. E ainda podemos admirar as obras de Vhils nas paredes de um restaurante. os graffiti espetaculares do vizinho Bairro Alto e as instalações que surgem aqui e ali, sem aviso prévio.

Lisboa é uma galeria de arte ao ar livre com entrada livre. E o Pestana CR7 Lisboa está mesmo no centro de tudo.

 

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