Diogo Fernandes tem 26 anos e toca música ao vivo no Pestana CR7 Corner. “É um bar bastante acolhedor, familiar e com um ambiente extraordinário”. Vem ouvi-lo.

Quando começaste a tocar guitarra e quando descobriste esse teu talento?

Comecei a tocar guitarra com 8 anos, mas só mais tarde viria a dedicar-me um pouco mais ao instrumento.

Qual o teu percurso musical?

Comecei desde muito cedo o contato com a música aos 6 anos frequentei aulas de solfejo, onde estudei pauta durante 2 anos. No entanto, a minha aprendizagem foi muito mais a ouvir do que a estudar. Sempre estudei muito pouco, mas sempre pratiquei muito, em busca dos meus sons, do que era melhor para o meu ouvido. Dos 10 aos 13 anos, estudei bateria e o meu percurso ao vivo começou como baterista. Aos 15 anos comecei a tocar e cantar covers, como frontman de um trio acústico, mas sempre gostei de escrever as minhas próprias músicas. Fazia-o paralelamente, como hoje ainda o faço.

Quando é que Diogo volta a tocar no Pestana CR7 Corner? Vê aqui todos os nossos eventos!

Aos 18 anos surgiu a primeira oportunidade para poder mostrar as minhas canções e assim aconteceu: Diogo Fernandes & Armazém 4F era o projeto de música portuguesa, onde as minhas canções, que fui compondo desde miúdo, faziam parte do reportório. Paralelamente tocava numa banda de covers com quatro amigos, Dr.Nico, que mais tarde viria a dar origem a uma banda de Soul, R&B e Funk – GatoSapato, banda esta que continua a tocar sempre que há oportunidade. Por fim, depois de ganhar toda esta bagagem, estou agora a trabalhar no meu próprio projeto, juntamente com uma equipa de amigos que me apoia incondicionalmente, e assim criei DITADO. Este último projeto é a junção de todas as minhas influências e origens, estou a apostar tudo nisto e tenho muita vontade de mostrar o nosso trabalho às pessoas.

Músicas preferidas da tua playlist
Best Part – Her
So Sick – Ne-Yo
Duía – Da Weasel

Como escolhes as tuas covers?

Não tenho nenhum método para escolher covers, simplesmente toco as canções que gosto. Não gosto de seguir o mainstream da malta que faz covers, gosto de tocar covers de artistas que gosto e com quem me identifico, gosto de fazer as minhas próprias versões, ajustar os temas ao meu registo. É assim que vejo as coisas.

Quais os músicos com que te identificas e porquê?

Gosto de me identificar com artistas portugueses, identifico-me com Rui Veloso, Pedro Abrunhosa, Pac Man na altura dos Da Weasel, entre outros. No fundo, a minha fusão musical pode abranger artistas de vários estilos musicais bastante distintos.

Pretendes lançar músicas tuas originais?

Lancei muito recentemente um dos temas de DITADO, intitulado ”Sentidos”. Fala um pouco sobre a minha opinião sobre a sociedade que me rodeia, também um pouco sobre mim. Ao mesmo tempo, pretendo passar uma mensagem positiva sobre o que devemos sentir à nossa volta, o sentido que devemos arranjar em cada aspeto negativo tornando-o positivo. Se a vida for vista desta forma, a vida faz muito mais sentido – parece redundante, mas eu acredito que se cada pessoa for um bocadinho melhor para ela própria e para o próximo, o mundo será um lugar melhor. O tempo que temos é pouco e devemos aproveitá-lo da melhor forma com o bem sempre presente. O trabalho irá sair, ainda sem data marcada, há muito para fazer e os meios são poucos, estou a reunir as condições para o fazer embora leve o seu tempo.

Porque começaste a tocar no Pestana CR7 Lisboa?

O meu contacto foi passado através de um grande amigo que trabalha no Pestana CR7, foi ele que também impulsionou todo o processo. Estou-lhe grato e ao Pestana CR7 também, por todo o apoio e carinho que demonstrou desde início comigo, sabe bem mostrar o que mais gostamos de fazer em sítios como este.

Como defines o ambiente no Pestana CR7 Corner?

O Pestana CR7 Corner é um bar bastante acolhedor, familiar e com um ambiente extraordinário, existem sempre pessoas que me tocam de alguma forma, que me fazem chegar o seu agrado pelo que estão a ouvir. Existe muito contato visual, estou muito próximo das pessoas. O ambiente e a forma como se vive também o desporto que vai ocupando os televisores é incrível, nunca descurando a música que toco de fundo. Não tenho qualquer problema com esta fusão distinta, não a vejo como desrespeito, porque nunca assim o senti no Pestana CR7 Corner. Sou desportista e poder estar a ouvir música ao vivo e também poder partilhar o momento a ver desporto é algo que até pode ser interessante, porque não?!

O que mais gostas quando vens aqui tocar?

As pessoas que me vão focando sorrateiramente com alguma vergonha e que acabam por se render, toca-me imenso. Não estou a obrigar ninguém a ouvir-me, até porque o faço como música ambiente em altura de jogos de futebol, principal conceito do bar. Quando sinto que as pessoas estão a gostar, é gratificante.

O que costumas pedir no CR7 Corner & Bistro?

Gosto muito do Prego do Lombo com Dijon e dos Croquetes de Bochecha de Porco com molho agridoce.

Diogo, Where are you going?

EHEH! Acho que estou a fazer o meu caminho, só quero chegar lá de forma verdadeira e tocar no coração das pessoas, com mensagens positivas, para que o mundo também possa ser um lugar melhor! 
Se for eu próprio, se continuar a trabalhar sempre no duro sem pensar muito onde vou chegar, acredito que tudo pode dar certo!
Gostava de partilhar também o meu mais recente tema – Sentidos.

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